Sexta-Feira, 05 de Junho de 2020

Esportes


18/03/2020 - 00:00 - Atualizado em 18/03/2020 - 00:00

Após pressão de José Roberto CBV fará nova votação em relação ao ranking

Por Francisco Rossi Junior/esportes@webdiario.com.br
barueri

Os times do São Paulo/Barueri e Curitiba Vôlei, por contenção de gastos, não compareceram á votação, mas enviaram email com seus votos favoráveis ao fim do ranking, mas os votos não foram computados pela CBV, o que gerou revolta. A CBV optou por refazer nova votação. A data do novo pleito ainda não foi divulgada.

Os times do São Paulo/Barueri e Curitiba Vôlei, por contenção de gastos, não compareceram á votação, mas enviaram email com seus votos favoráveis ao fim do ranking, mas os votos não foram computados pela CBV, o que gerou revolta. A CBV optou por refazer nova votação. A data do novo pleito ainda não foi divulgada. (Foto: Divulgação)
Há quase 10 anos, o vôlei feminino vive a mesma polêmica em todo início de temporada. Uma regra criada em 1992/1993 com o intuito de gerar mais equilíbrio e competitividade na Superliga passou a despertar questionamentos frequentes principalmente por parte das atletas. A polêmica em questão diz respeito ao ranking que, antes, criava uma pontuação para cada atleta e permitia no máximo uma soma de 43 pontos por time incluindo todas as atletas do elenco.

Atualmente, a soma de pontos caiu, mas permanece a regra de que uma equipe só pode ter duas atletas com sete pontos (pontuação máxima) – o que diz respeito principalmente a atletas campeãs olímpicas e que construíram uma carreira vitoriosa com a seleção brasileira. Na quinta-feira da semana passada (12), os clubes que disputam a Superliga feminina de vôlei decidiram manter o ranking para as atletas de sete pontos.Além disso, optaram por mudar de dois para três o limite de estrangeiras porequipe.

Porém, aí começa a polêmica, São Paulo/Barueri e Curitiba Vôlei, por contenção de gastos, não compareceram á votação. Mas ambas as equipes enviaram, via e-mail, os seus votos, em favor do fim do ranking, o que alteraria o placar final. Mas os votos não foram computados pela CBV, o que gerou uma revolta.

O técnico José Roberto Guimarães do São Paulo/Barueri explica a situação: “Nós mandamos um e-mail para a confederação, dizendo da nossa posição em relação ao fim do ranking, que nós éramos a favor da finalização, e de três estrangeiras, desde que não pudessem ser da mesma nacionalidade. E a CBV deu o ok para gente, isso foi feito pelo Renato D’Ávila. Eu fiquei tranquilo. Quando houve a convocação, não existia nada sobre a obrigatoriedade de ser presencial. E nós mandamos oficialmente, por um documento do clube”, afirmou o treinador, em entrevista ao “globoesporte.com”.

Depois de muitas reclamações através das redes sociais de jogadoras como Sheila e Thaísa, além da própria declaração de José Roberto Guimarães, a CBV optou por refazer a votação. A data do novo pleito ainda não foi divulgada.