Quinta-Feira, 13 de Agosto de 2020

Política


06/04/2020 - 00:00 - Atualizado em 06/04/2020 - 00:00

Ladenilson quer Centro de Testagem exclusivo para suspeitos de COVID-19

Por Da redação/politica@webdiario.com.br
Carapicuíba

Tramita na Câmara Municipal de Carapicuíba o Projeto de Lei 2.645/2020, de autoria do vereador Professor Ladenilson (sem partido), que propõe medidas emergenciais para o combate da disseminação do novo coronavírus na cidade. A proposta contempla vários setores e tem como principal objetivo sugerir ações preventivas que atendam a população mais vulnerável, como pessoas em situação de rua, e agentes públicos que estão na linha de frente no combate à Covid-19, como os profissionais de saúde.
 
“A pandemia provocada pelo novo coronavírus colocou em estado de alerta todo o planeta. A rápida disseminação da doença e o elevado número de vítimas em dezenas de países faz com que todos nós tenhamos de assumir nossa parcela de responsabilidade no enfrentamento deste desafio”, afirmou Ladenilson em sua justificativa.
 
De acordo com a proposta, a prefeitura deverá criar de forma imediata o Centro de Testagem exclusivo para suspeitos de infecção pelo coronavírus, divididos nas diferentes regiões de Carapicuíba e acompanhar a situação dos profissionais de saúde, garantindo a eles os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como máscara, luvas, gorros, óculos, e capote; potencializar os profissionais na retaguarda do recebimento das emergências; e capacitá-los para atender de maneira segura os casos suspeitos e confirmados da Covid-19.
 
O PL de Ladenilson também propõe medidas para atendimento da população em situação de rua que passam pela colocação de divisórias entre as camas nos Centros de Referência; isolamento dos idosos; instalação de pontos de água e kits higiênicos, incluindo álcool em gel; e a requisição de imóveis vazios para servir de abrigo emergencial.
 
O Projeto de Lei abrange ainda as mulheres e crianças em situação de violência e de vulnerabilidade, para as quais a prefeitura deverá aumentar a capacidade de vagas nas casas abrigo e centros de acolhida; celebrar parcerias com instituições estaduais e de municípios vizinhos para garantir a proteção e acolhimento; e utilizar a Guarda Civil Municipal para acompanhar os casos de violência doméstica.