Quarta-Feira, 08 de Julho de 2020

Cotidiano


28/05/2020 - 00:00 - Atualizado em 28/05/2020 - 00:00

Consumidores pagam conta básica e deixam crediário para depois

Por Da redação/cotidiano@webdiario.com.br
Nacional

É o que aponta levantamento sobre prioridade de pagamento durante a pandemia do coronavírus

É o que aponta levantamento sobre prioridade de pagamento durante a pandemia do coronavírus (Foto: Divulgação)
Contas consideradas básicas, como as de água, luz, gás, telefone e internet, são as despesas com os pagamentos priorizados pelo consumidor brasileiro neste momento de pandemia da Covid-19, de acordo com uma nova pesquisa feita pela Boa Vista.
As contas básicas da casa são mencionadas como prioridade por 43% dos entrevistados no estudo, que ouviu cerca de 450 consumidores de todo o Brasil, ao longo do mês de abril.Em segundo lugar, estão as contas pagas por boletos, como as de condomínio, aluguel, plano de saúde, educação, IPVA, IPTU, seguros, planos de previdência, entre outros, com 30%.

Já o pagamento do cartão de crédito ficou em terceiro lugar, com 13%. Financiamentos, empréstimos e crediários são as contas menos priorizados pelo consumidor neste momento. Entre as contas com os pagamentos priorizados, 72% citam a de luz, seguidos das de água (63%) e de TV a cabo e Internet (42%).Já entre os que vão escolher o pagamento de boletos, as prioridades serão o aluguel da casa e os planos de saúde, com 33% respectivamente.

No caso do cartão de crédito, os cartões concedidos por bancos serão priorizados. A pesquisa também aponta que, no caso de uma eventual perda de emprego por conta da crise gerada pela pandemia, a maioria dos consumidores (41%) diz que seguirá priorizando as contas básicas, seguidas dos boletos (30%), dos financiamentos (11%), do cartão de crédito (10%), empréstimos (6%) e crediários (2%).

Em um eventual cenário de queda na renda familiar em decorrência da pandemia, o cenário é parecido, mas não idêntico: 45% vão priorizar as contas de concessionárias, 30% os boletos, 11% o cartão de crédito, 8% os financiamentos – nesta hipótese os financiamentos vêm depois do cartão de crédito –, 5% os empréstimos e 1% os crediários.